Segundo o médico, Juliana teria morrido em até 20 minutos após o impacto. Os ferimentos estavam espalhados na cabeça, pescoço, braços, pernas e nas costas, onde houve a maior lesão. Não foi possível determinar a hora da morte por causa da manipulação do corpo, que precisou ser colocado em um freezer para transporte.
Notícias relacionadas:Autópsia indonésia conclui que Juliana Marins morreu de hemorragia .Lula diz que mudará regra sobre custeio de traslado de corpos .Socorristas voluntários que trabalharam no resgate homenageiam Juliana.A hipotermia foi descartada porque não havia lesões típicas, como queimaduras nos dedos. O médico afirmou que a possibilidade de morte por falta de comida e água também é muito pequena, e ressaltou que foi o trauma na região torácica, nas costas, que causou o óbito de Juliana. O corpo já foi liberado para que a família possa trazê-la de volta ao Brasil.
O governo federal publicou um decreto nesta sexta que cria uma exceção que pode permitir que o Ministério das Relações Exteriores pague pelo traslado do corpo de Juliana de volta ao Brasil.
O decreto estabelece quatro critérios para liberar a exceção: a família comprovar que não tem capacidade financeira para o custeio das despesas com o traslado; as despesas não sejam cobertas por seguro ou contrato de trabalho; comoção nacional; e disponibilidade orçamentária e financeira.
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