A concessão prevê a reforma, operação e manutenção de 143 unidades que foram escolhidas, segundo o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth, por estarem em piores condições e precisando de grandes reformas.
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A terceirização da gestão das escolas faz parte da Parceira Pública Privada de Novas Escolas, proposta pelo governo do estado de São Paulo. A chamada privatização da gestão de escolas estaduais tem sido questionada na justiça. Em março deste ano, a Vara da Fazenda Pública paulista suspendeu licitações de dois leilões realizados no fim do ano passado.
O governo paulista recorreu da decisão, e neste ano, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal, liberou a continuidade das licitações.