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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE) informou que o Brasil é o segundo país que mais recebeu fluxos
de investimento estrangeiro direto (IED) nos primeiros seis meses do ano, atrás
apenas dos Estados Unidos, segundo relatório publicado nesta quinta-feira (31).
Os fluxos de IED no Brasil permaneceram
estáveis, pois os movimentos em empréstimos intraempresariais e maiores lucros
reinvestidos compensaram uma diminuição nos fluxos de capital,
explica a OCDE.
No documento, a OCDE menciona que os fluxos de IED para a
China continuaram diminuindo, isso por conta do contexto de risco geopolítico e
pela incerteza econômica do país.
Na visão da organização, esses fatores impactam a
confiança dos investidores estrangeiros.
O presidente Lula destacou, na rede social X, mais esse
resultado positivo na economia.
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O
Brasil decolando desde que voltou para o rumo certo”,
afirmou.
Cenário mundial
Globalmente, os fluxos de IED se recuperaram para US$ 802
bilhões no primeiro semestre de 2024. Mas grande parte do aumento ocorreu no
primeiro trimestre deste ano, quando mais do que dobrou, enquanto os volumes
caíram 36% no segundo trimestre.
Os fluxos de IED recebidos pelos Estados Unidos (primeiro
lugar com US$ 153 bilhões) e pelo México (terceiro) aumentaram em mais de US$
25 bilhões, em razão do aumento dos lucros reinvestidos. O aumento nos Estados
Unidos também se deve, em grande parte, a movimentos em empréstimos
intraempresas.
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