O reconhecimento no Sphinx soma-se a uma lista extensa de condecorações, que inclui o Prêmio Paul Roczek, da Universidade de Mozarteum, em Salzburg (Áustria), como melhor aluno; o Concurso Internacional de Weimar; o Wiener Klassik Preis e, por duas vezes, o concurso Eleazar de Carvalho, maior prêmio de violino do Brasil.
Como tudo começou
Nathan Amaral começou a aprender violino aos 12 anos, graças a um projeto social do Centro Cultural Cartola, que oferecia aulas de música às crianças do Morro da Mangueira, e não parou mais. Conquistou o mundo em 2017, aos 21 anos, quando foi estudar na Universidade Mozarteum, em Salzburg, na Áustria.
src="https://www.jornalemdestaque.com/aspas.png" width="40px" />
Minha mãe, dona Roberta Amaral, sempre foi minha maior incentivadora. Quando bateram à nossa porta oferecendo uma vaga no projeto social, eu nem sabia ainda o que era tocar violino, então, não queria aceitar, mas ela me fez mudar de ideia. Graças a minha mãe, pude seguir pelo caminho da música e fui ensinado a acreditar no meu potencial”, conta Nathan.
Vivendo no exterior há 8 anos, hoje, o violonista estuda em um dos melhores conservatórios de música dos Estados Unidos, o New England Conservatory of Music, em Boston, com bolsa do Programa Líderes Estudar, oferecida pela Fundação Estudar. Anteriormente, atuou ainda como solista e músico de câmara no Wigmore Hall (Londres, Reino Unido), a Filarmônica de Berlim (Alemanha) e o Grosser Saal Mozarteum (Salzburg, Áustria).