No
último fim de semana, na cúpula do G-20, o presidente Lula - que assumirá, no
fim do ano, a presidência dessa organização internacional que reúne os países
mais ricos do mundo – reafirmou, com convicção, que o combate às desigualdades
econômicas e sociais e o esforço pelo fim do flagelo da fome precisam estar no
centro das decisões dos países mais poderosos do planeta.
No
Brasil, o governo federal tem atuado nesse sentido desde o primeiro dia do ano.
E, neste momento, várias cidades e territórios no país já estão organizando as
conferências para contribuir na elaboração das políticas públicas que podem
tirar o Brasil do Mapa da Fome, a população pode voltar a debater ações para
garantir segurança alimentar e nutricional para todos os brasileiros. São as
conferências preparatórias para a 6ª. Conferência Nacional de Segurança
Alimentar, coordenada pelo Consea, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional, que tinha sido desativado pelo governo anterior.
O
presidente Lula e o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria Geral da Presidência
da República, assinaram a convocação da Conferência Nacional, em Brasília, de
11 a 14 de dezembro. As recomendações, sugestões captadas nas conferências
municipais e estaduais vão ser apresentadas nesse evento nacional. E é a partir
dele que será feito o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. O
lema da 6ª. Conferência é “Erradicar a Fome e garantir direitos com Comida de
Verdade, Democracia e Equidade”. A presidenta do Consea, Elisabetta Recine,
reforça que o papel do Conselho é fazer a mobilização para que o conjunto da
população brasileira que se preocupa com processo de soberania e a realização
do direito a uma alimentação adequada, sustentável para todos, traga para
Brasília todas as suas propostas e vivências para a elaboração do novo Plano
Nacional.