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Brasil entre a fartura de cereais e a fome O Brasil estima Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA">Antecipando a corrida ao milho, a China assinou, em maio, um protocolo com o Brasil que visa assegurar a importação do cereal brasileiro que costumava a ter, até então, como um dos principais destinos a União Europeia. Para já, o Brasil se mantém neutro em relação ao conflito na Ucrânia, permitindo manter relações com a Rússia, importando assim os fertilizantes necessários para continuar a produção agrária, consolidando a posição de grande produtor agrícola mundial. No entanto, o país atravessa uma crise profunda. Apesar das produções recorde de cereais que se esperam para este ano, a fome no Brasil aumentou consideravelmente nos últimos dois anos. Segundo os dados do 2° Inquérito Nacional sobre a Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), mais de 33 milhões de brasileiros não têm o que comer. Continue lendo em jornalemdestaque |