Personagens
conhecidos da literatura se reúnem para uma importante missão: mostrar às
crianças como nasce um livro. Em Quando uma história acorda, a escritora e
especialista em contação de histórias Léia Cassol usa tecnologia de realidade
aumentada e convoca nomes queridos dos pequenos, como Bela Adormecida e
Visconde de Sabugosa, para apresentar as etapas que envolvem o processo.
Com
a ajuda dos amigos da estante, a Menina do Cabelo Roxo – protagonista que dá
nome à coleção infantil da Editora Cassol – cria um livro desde o começo até
chegar ao evento de lançamento, com direito a sessão de autógrafos.
O
sábio Visconde comentou gentilmente: - Ora, ora, eu admiro a sua
dedicação. No entanto, para fazer uma obra como essas da nossa estante,
é preciso redação, ilustração, revisão, diagramação, impressão,
divulgação e comercialização. (Quando uma história acorda, pág. 13)
Enquanto
a história é apresentada em texto literário com rimas, a tecnologia entra ao
longo da leitura de forma mais didática, com vídeos de profissionais da área
"escondidos" na tartaruga Miguela. Para ativá-los, basta baixar o app
do livro e apontar a câmera para a personagem.
Para
a autora Léia Cassol, com outros 80 títulos publicados, a obra chega para
mostrar que o livro impresso e o digital podem andar lado a lado, e um não
precisa substituir o outro.
src="https://www.jornalemdestaque.com/aspas.png"
width="80px" />
A
realidade aumentada veio para somar, mas a melhor parte é que não funciona sem
o livro físico, é preciso dele para assistir aos vídeos no celular”, explica.