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Procurando emprego? Empresas monitoram comportamento nas redes sociais | Riobrasil Noticias

Procurando emprego? Empresas monitoram comportamento nas redes sociais

Procurando emprego? Empresas monitoram comportamento nas redes sociais

08/02/2019 19:52:00 | Outros | Fonte: Jornal em Destaque







 



Durante a Copa do Mundo na
Rússia, um vídeo com vários brasileiros constrangendo uma mulher russa
viralizou nas redes sociais. A repercussão foi tão grande que um dos rapazes,
funcionário da LATAM, foi demitido após o ocorrido.



 



Ser “boa gente” em seu
trabalho na empresa não basta, os funcionários agora devem mais do que nunca
cuidar da sua reputação. Isto vale também para quem está em busca do primeiro
ou de um novo emprego, como explica a especialista em Personal Branding, Paula
Boarin, da 4DH. Segundo Boarin, os recrutadores estão mais atentos ao perfil
dos candidatos na internet.



“A maior parte dos
recrutadores buscam o candidato nas redes. Especialmente no LinkedIn. Tem
pessoas que desejam ser encontradas, mas possuem perfil inexistente ou
desatualizado. Assim como a falta do digital eliminou empresas ela elimina
candidatos”, afirmou.



 



Candidatos que tenham feito
postagens com opiniões preconceituosas, muitos erros de ortografia ou mesmo
publicado fotos sensuais e que sugiram consumo de álcool ou drogas ficarão
muito atrás na busca do tão sonhado emprego formal:



“O ponto negativo que eu
enxergo é que a maioria das pessoas não está pensando ainda profissionalmente
nas redes sociais. Acreditam que é possível separar pessoa física da jurídica.
Esta divisão não existe mais. A internet mudou essa relação”, conclui a
especialista em Personal Branding Paula Boarin.



 



Cuidar da rede social como
uma marca evita casos como o do funcionário de uma concessionária de motos em
Jundiaí, no interior de São Paulo, que em 2012 foi demitido após “curtir” no
Facebook comentários feitos por um ex-colega de trabalho que ofendiam a loja e
uma sócia da empresa. O rapaz ainda entrou na Justiça, mas o Tribunal Regional
Trabalhista (TRT) considerou válida a decisão da empresa.



 



A agilidade da internet
facilitou para as empresas analisarem os diversos perfis a partir de redes como
o Linkedin e sites como o Vagas.com. Estes sites promovem testes comportamentais
aos candidatos para definir os perfis mais compatíveis à cultura da empresa.
Boarin destaca a importância desse novo tipo de recrutamento:



“O processo seletivo pode ser
extremamente preconceituoso, infelizmente. O recrutamento às cegas é a tendência
que vem de fora do país e que ajuda o candidato a ser escolhido por seus
méritos”, concluiu.





Paula Boarin



Coach e Trainer



Fone: (41) 99867-9961



E-mail: contato@4dh.com.br



Site: http://www.4dh.com.br/



Instagram: https://www.instagram.com/paulaboarin/



LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/personalbrandingprofessor/



Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCfqHVl0nVHX74iAm-mvEm6w

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