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Atos de violência do regime de Maduro

Atos de violência do regime de Maduro

24/02/2019 14:35:00 | América do Sul | Fonte: Jornal em Destaque

O Governo do Brasil, através do Itamaraty, se manifestou a respeito dos últimos acontecimentos na fronteira com a vizinha Venezuela e do fechamento, também, da fronteira com a Colômbia. De acordo com a nota, o Governo “expressa sua condenação mais veemente aos atos de violência perpetrados pelo regime ilegítimo do ditador Nicolás Maduro, no dia 23 de fevereiro, nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e com a Colômbia, que causaram várias vítimas fatais e dezenas de feridos. O uso da força contra o povo venezuelano, que anseia por receber a ajuda humanitária internacional, caracteriza, de forma definitiva, o caráter criminoso do regime Maduro. Trata-se de um brutal atentado aos direitos humanos, que nenhum princípio do direito internacional remotamente justifica e diante do qual nenhuma nação pode calar-se”.


Ainda, de acordo com a nota emitida pelo Itamaraty, “o Brasil apela à comunidade internacional, sobretudo aos países que ainda não reconheceram o Presidente encarregado Juan Guaidó, a somarem-se ao esforço de libertação da Venezuela, reconhecendo o governo legítimo de Guaidó e exigindo que cesse a violência das forças do regime contra sua própria população”.


Poderio renovado por Rússia e China


Após a chegada de Chávez ao poder (1999), a Venezuela aproveitou o crescimento das receitas do petróleo na primeira década dos anos 2000 para dar início a uma renovação ambiciosa das Forças Armadas que teve a Rússia e a China como suas principais provedoras. Desde então, os russos forneceram à Venezuela vários modelos de aviões, helicópteros, tanques e unidades de artilharia. Mas, a grande contribuição russa para a ampliação da capacidade militar venezuelana foi a venda de caças Su-30Mk2 que, segundo especialistas, são capazes de competir com os modelos americanos mais avançados graças a seu poder de fogo, manobrabilidade e desempenho. Além disto, os russos repassaram à Venezuela sistemas de mísseis antiaéreos e os chineses, radares que permitem estabelecer o que o portal especializado Infodefensa descreveu como "o melhor sistema de defesa aeroespacial da América Latina".


Considerando todos os seus recursos humanos e técnicos, o site Global Firepower colocou a Venezuela na 46ª posição do ranking mundial de países com maior força militar, no ano passado. O Brasil está na 14ª posição e os Estados Unidos, em primeiro lugar.


O vice-presidente da república Hamilton Mourão embarcou às 14:30h, deste domingo (24), para Bogotá, na Colômbia, onde participará de reunião do Grupo de Lima. O grupo busca pressionar Nicolás Maduro a sair da presidência da Venezuela. Mourão esteve reunido na última sexta-feira, no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro.


O Grupo de Lima é formado por 14 países das Américas, dos quais apenas o México não reconhece a Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.  


 [Fonte: Ministério das Relações Exteriores/Itamaraty]

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