Dezembro Laranja: Entenda mais sobre câncer de pele
12/12/2019 14:56:00 | Rio de Janeiro | Fonte: Jornal em Destaque
mso-fareast-font-family:"Times New Roman";mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:
PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA">Por conta das altas temperaturas no final do
ano, é preciso que os cuidados com a pele sejam dobrados para evitar os efeitos
nocivos dos raios solares, fator tido como uma das causas principais do aumento
nos índices de tumores de pele entre a população brasileira. Segundo o
Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é de cerca de 180 mil novos
casos da doença diagnosticadas em 2019 - valor que corresponde a 33% de todos
os casos de tumores malignos no Brasil, fazendo dele o tipo de câncer mais
comum no país.
Em linhas gerais, a principal causa evitável da doença é o sol. Os melanócitos
e queratinócitos (células da pele) são os principais envolvidos no processo de
fotoproteção e, quando expostos à radiação solar, podem aumentar em número e
tamanho. O câncer de pele ocorre quando há um crescimento anormal e excessivo
dessas células que compõem a pele e pode ser de dois tipos: melanoma e
não-melanoma, sendo o primeiro responsável por 95% dos tumores cutâneos
identificados entre os brasileiros.
De acordo com a Dra. Sheila Ferreira, oncologista do Centro Paulista de Oncologia
- CPO/Oncoclínicas, esse índice está diretamente relacionado à constante
exposição à radiação ultravioleta (UV) sem uso de proteção adequada. Por isto,
é preciso estar atento aos sinais de alerta.
“Os principais sinais e sintomas de câncer não-melanoma são a presença de
lesões cutâneas com crescimento rápido, ulcerações que não cicatrizam e que
podem estar associadas a sangramento, coceira e, algumas vezes, dor e,
geralmente, surgem em áreas muito expostas ao sol como rosto, pescoço e braços”,
explica a médica.