O Rio de Janeiro celebrou, nesta quarta-feira (29), o Dia Nacional da Visibilidade Trans com um ato na Praia de Copacabana. A manifestação contou com a participação de dezenas de transexuais e travestis que integram os movimentos sociais TransRevolução, CasaNem, Fórum Estadual de Travestis e Transexuais do Rio. A data tem o objetivo de chamar a atenção para transfobia, a falta de oportunidades no mercado de trabalho e a marginalização deste grupo na sociedade.
Para o coordenador especial da Diversidade Sexual do município do Rio, Nélio Georgini, a parcela trans da comunidade LGBT é a mais marginalizada e enfrenta inúmeras dificuldades de inserção, seja no mercado de trabalho ou em espaços sociais de convivência. Apesar de comemorar avanços conseguidos nos últimos anos, ele admite que ainda há muito o que lutar para a garantia de direitos, como moradia digna, educação e saúde. “A gente está entrando no nosso quarto ano de gestão. "Conseguimos alguns avanços, que precisam de tempo para se estabelecerem, como o protocolo digital no Rio Saúde, o protocolo de atendimento na Assistência Social e, mais que tudo, o projeto de empregabilidade”.