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Crianças com deficiência ou doenças raras representam 25 por cento das que aguardam por uma família adotiva

Crianças com deficiência ou doenças raras representam 25 por cento das que aguardam por uma família adotiva

26/05/2021 19:33:00 | Brasília | Fonte: Jornal em Destaque

Cerca de 25%
das crianças que aguardam por uma família adotiva têm algum tipo de deficiência
ou doença rara. O dado do Conselho Nacional de Justiça foi apresentado nesta
terça-feira (25) durante um webinário realizado pelo Ministério da Mulher, da
Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) em referência ao Dia Nacional da Adoção,
celebrado em 25 de maio. O evento, transmitido pelas redes sociais da Pasta
(@mdhbrasil), também abordou a adoção tardia, que se refere às crianças e
adolescentes mais velhos.





Assista ao
webinário. 





A ministra
Damares Alves pediu que a adoção seja considerada pelas famílias brasileiras.



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A adoção
de crianças, adolescentes e jovens precisa ser incentivada. Não gosto de usar o
termo adoção tardia porque nunca é tarde para adotar. Mas a adoção dessas
crianças maiores precisa ser promovida, assim como a de crianças com
deficiência e com doenças raras
”, defendeu Damares.



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mso-ascii-theme-font:major-latin;mso-hansi-theme-font:major-latin;mso-bidi-theme-font:
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casa somente se necessário! Caso pertença a um dos grupos de risco ou conviva
com alguém que precise de cuidados especiais, evite passeios presenciais. A situação
ainda é bem séria! Cuide-se bem para sairmos juntos desta pandemia o mais
rápido possível. Combinado?





Para a secretária
nacional da Família, Angela Gandra, esse tipo de adoção deve ser enfatizada.



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Existem
cerca de cinco mil crianças aguardando por uma família e 35 mil pais na fila da
adoção. Essa conta não fecha. Por isso, nosso foco é a adoção necessária, que se
refere à adoção tardia, de irmãos, interétnica e adoção de crianças com
deficiência
”,
afirmou Gandra.





A secretária
nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Priscila Gaspar, concorda
que o tema ainda é pouco discutido no país.



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Enquanto
estamos aqui, há crianças aguardando por uma família. Essa é uma discussão
extremamente necessária
”, lembra. A secretária citou, ainda, uma cartilha lançada na terça-feira
(25) pelo MMFDH com orientações aos pais e mães pretendentes à adoção no
Brasil.





Cartilha





Em comemoração
ao Dia Nacional da Adoção, o MMFDH lançou a cartilha ‘Adote um amor’. O
material foi desenvolvido em uma parceria entre a Secretaria Nacional dos
Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA), a Secretaria Nacional da Família
(SNF) e a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD),
todas ligadas ao MMFDH.





Clique aqui para acessar a cartilha.





Para dúvidas
e mais informações:
gab.snf@mdh.gov.br

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