Eles não
ganharam nenhuma medalha nos Jogos de Tóquio, mas os membros da Equipe Olímpica
de Refugiados – muitas vezes superando obstáculos maiores do que outros atletas
– inspiraram os espectadores globais com sua determinação. A participação dos
atletas refugiados desafiou a percepção que se tem das mais de 82 milhões de
pessoas que estão em situação de deslocamento forçado em todo o mundo.
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Não se
trata de ganhar o ouro, mas de conquistar o coração de outras pessoas, e foi
isso que a equipe de refugiados fez”, disse Yiech Pur Biel, representante da delegação em Tóquio,
que fez parte da primeira Equipe Olímpica de Refugiados na Rio 2016. “Sabemos
que agora somos atletas olímpicos, porque esse é um bom título: atleta olímpico”.