Com o fim das Olimpíadas de Tóquio, Paris cresce 3.200 por cento no volume de buscas do Google em apenas 7 dias | Riobrasil Noticias

Com o fim das Olimpíadas de Tóquio, Paris cresce 3.200 por cento no volume de buscas do Google em apenas 7 dias

Com o fim das Olimpíadas de Tóquio, Paris cresce 3.200 por cento no volume de buscas do Google em apenas 7 dias

11/08/2021 21:37:00 | São Paulo | Fonte: Jornal em Destaque

No último domingo (08), após 16 dias de competições, os Jogos Olímpicos de Tóquio se encerraram. Além de conquistas inéditas, a edição deste ano também contou com outros momentos marcantes: Simone Biles trazendo à tona a questão da saúde mental dos atletas, Laurel Hubbard se tornando a primeira mulher transgênero competindo em Jogos e até talentos mirins dominando a estreia do pódio do skate. Aparentemente, a saudade do espírito olímpico já bateu em muitos amantes do esporte e a internet deu início a contagem regressiva para as Olimpíadas de Paris, em 2024, com algumas pesquisas e trends interessantes. 

 

Para se despedir das competições (no estilo data-driven), a Decode, empresa de client acquisition e consulting pertencente ao grupo BTG Pactual, coletou diversos dados sobre o que os usuários estão falando do passado e do futuro das Olimpíadas na Web.  

 

(Uma breve pausa para dizer que...) Nós fizemos história! 

Ao total, o Brasil conquistou 21 medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, sendo sete delas de ouro, seis de prata e oito de bronze. O recorde de medalhas levou o país ao 12º lugar no quadro de classificação da edição, a melhor marca do país em competições olímpicas. E as notícias boas não param por aí! Nossos campeões olímpicos trouxeram medalhas inéditas para casa: 

Ana Marcela Cunha – Se tornou a primeira mulher brasileira a ganhar ouro na natação. 

Rebeca Andrade – A revelação da ginástica artística que ganhou 2 medalhas, uma de ouro e outra de prata. 

Ítalo Ferreira – Na estreia do Surf como esporte olímpico, conquistou o primeiro ouro brasileiro da edição. 

Rayssa Leal – Aos 13 anos e na estreia do skate na competição, a fadinha levou medalha de prata. 

Kelvin Hoefler – O skatista se tornou medalhista de prata. 

Pedro Barros – Também levou medalha de prata no skate na modalidade park. 

 

Das manobras radicais para o jogo de cintura 

Assim como acontece em todas as edições de Jogos, as novas modalidades olímpicas sempre dão o que falar! Tóquio 2020 ficará marcada por trazer cinco novos esportes: surf, skate, karatê, escalada esportiva e beisebol/softbol. 

 

Acompanhar as competições realmente traz muitos sentimentos à tona e um deles é a curiosidade. Ainda segundo a coleta de dados realizada pela Decode, através do Google Trends, a média de volume de buscas por alguns produtos relacionados aos novos esportes olímpicos cresceu após o início da edição desse ano. Artigos de skate, por exemplo, cresceram 229% no volume de buscas, enquanto artigos de surf cresceram 15%. 

 

As novas modalidades não foram as únicas a entrarem em pauta na internet recentemente, graças a uma das novas apostas do Comitê Olímpico para 2024: o Breaking. Conhecido também como Break Dance, esse estilo de dança surgiu nos anos de 1970 em Nova Iorque (EUA) e chegou no Brasil nos anos de 1980.  A repercussão da notícia gerou um aumento de 400% no volume de buscas por Breakdance no Google, nos últimos sete dias. Enquanto isso, no Facebook, os usuários aparentam não terem gostado muito da ideia:  

68% desaprovam ou ironizam a entrada da dança nas modalidades 

32% dos usuários aprovam a entrada da dança nas modalidades  

Dos que desaprovaram: 

42% preferiam futsal  

18% preferiam jiu jitsu 

9% preferiam sinuca 

Continue lendo em jornalemdestaque

Compartilhe!




QR Code:


















© Copyright 2003 / 2024 | RIOBRASIL DESENVOLVIMENTO DE SITES, SISTEMAS E ENTRETENIMENTO

SITES DO GRUPO : www.riobrasil.net - riobrasil.com.br - rb1.online - rb1.site


Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.