O
evento realizado na imponente Casa França-Brasil, nos dias 23 e 24 de outubro,
contou com a participação de mais de duas mil pessoas que circularam após
rigoroso controle e monitoramento sanitário.
A
surpresa do evento foi evidenciar os cafés como experiência. Passando pelos
métodos de produção agrícola - com ênfase nos pequenos lotes especiais - à
diversidade varietal e questões de território, o café hoje é um produto de
origem para aqueles que acreditam nele como gerador de valor para um País habituado
a lidar com este precioso recurso como commodity há quase três séculos.
Apesar
de deter a primeira posição na produção e exportação, o Brasil ainda não é
reconhecido como um país de apreciadores e produtores de cafés de excelência.
Neste cenário, esse perfil de evento demonstra um potencial quase inestimável
para os próximos anos. O café passou a ser um ativo para o turismo, pois ele se
torna um importante elo na cadeia produtiva quando o tema é sustentabilidade
ambiental, cultural e social.
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Representamos
a região que leva o nome da segunda bebida mais consumida no mundo. O nome Vale
do Café pode ser pronunciado e compreendido por qualquer ser humano, e este é
um grande ativo que precisa ser enaltecido em nível internacional. Até há
poucos anos, o café na nossa região se resumia à história, hoje podemos
mostrar o potencial da nossa cafeicultura no contexto turístico”, revela Luciana De
Lamare, Diretora Executiva do Vale do Café Convention & Visitors Bureau.