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Guerra nuclear: o devastador Plano A, que o mundo espera que nunca se concretize | Riobrasil Noticias

Guerra nuclear: o devastador Plano A, que o mundo espera que nunca se concretize

Guerra nuclear: o devastador Plano A, que o mundo espera que nunca se concretize

03/03/2022 11:32:00 | Europa | Fonte: Jornal em Destaque

O cenário é
assustador e catastrófico. Uma guerra nuclear entre Estados Unidos e Rússia
provocaria, só nas primeiras horas, mais de 90 milhões de vítimas. A simulação
foi feita há três anos por cientistas da Universidade de Princeton, nos EUA. A
questão que se coloca é: será esta uma ameaça real?





Em 2019, a
Universidade de Princeton fez a simulação de uma guerra nuclear entre os
Estados Unidos e a Rússia, a que deu o nome de “Plan A” (Plano A, em
tradução livre). A conclusão é, no mínimo, assustadora: só nas primeiras horas
de confrontos, resultariam desta guerra mais de 90 milhões de vítimas, entre
mortos e feridos.





No vídeo em
que se explica, recorrendo a um mapa mundo, como tudo aconteceria, é possível
ver o efeito devastador que resultaria dos ataques entre as duas potências.





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O cientista
Alex Glaser, que partilhou o vídeo no YouTube, explica que “
a (…) equipe fez
uma simulação sobre as estratégias, objetivos, danos e vítimas que uma possível
guerra nuclear poderia ter
”.



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Estimamos
que provocaria mais de 90 milhões de mortos e feridos só nas primeiras horas de
conflito
”, diz.





O número de
vítimas foi calculado de acordo com os dados do NUKEMAP, um simulador de
efeitos nucleares, e tem apenas em conta as provocadas por explosões nucleares.
Estimativa que aumentaria significativamente se fossem contabilizadas as
vítimas de precipitação radioativa e outros efeitos de longo prazo.





Para a
realização desta simulação, a Universidade de Princeton teve em conta as
posições de ambas as potências mundiais, os respetivos planos e objetivos
nucleares à data, ou seja, em 2019. No vídeo é possível perceber como o
conflito se desenrolaria, como teria início, as estratégias e os alvos, quer
dos EUA, quer da Rússia.

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