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Início do outono: doenças da estação alertam para a importância da vacinação

Início do outono: doenças da estação alertam para a importância da vacinação

20/03/2022 13:29:00 | Região Sul | Fonte: Jornal em Destaque

Hoje
(20) começa oficialmente o outono. No sul do país, as temperaturas começam a
cair, e algumas doenças esquecidas na última estação começam a reaparecer. Além
da gripe e resfriados, a sinusite, otite, meningite e a pneumonia são mais
comuns nessa época. No calendário anual, diversas vacinas garantem uma maior
imunidade para essas doenças, principalmente com a chegada dos dias mais frios:
os ambientes mais fechados, com menor circulação do ar, são mais favoráveis
para a circulação de vírus e bactérias.



A
vacina da gripe, prevista para chegar ao Brasil no começo de abril, é de
extrema importância para aumentar a imunidade do organismo.



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Nas
clínicas de vacinação, a vacina da gripe é composta por quatro tipos de cepas
do vírus influenza, sendo duas do tipo A (H1N1 e H3N2) e duas do tipo B,
dependendo do vírus circulante no ano anterior
”, afirma a
enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Renata Quadros. A
Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, por ano, a gripe cause
comprometimento grave em 3,5 milhões de pessoas.



Testes
realizados no Instituto Butantan, produtor da vacina distribuída pelo
Ministério da Saúde, mostraram que a vacina disponível na campanha de
imunização de 2021 mostrou-se capaz de conferir proteção contra a influenza H3N2
(Darwin), mesmo sem ter a cepa na sua composição composta pelo vírus da
influenza H1N1, H3N2 e B, conferiu a proteção cruzada contra a cepa Darwin em
testes de laboratório justamente por conter uma cepa H3N2, da mesma origem.



Além
da vacina da gripe, a vacina meningocócica C e pneumocócica conjugada
10-valente, oferecidas pelo SUS, e a meningocócica B, ACWY e as pneumocócicas
conjugadas 13-valente e 23-valente, da rede particular, garantem um corpo mais
forte e preparado para a nova estação.



Renata
lembra que as doenças respiratórias apresentam sintomas como febre, cansaço,
dor de garganta, falta de ar, entre outros, comuns também na COVID-19. Para
quem recebeu a vacina da COVID-19, a indicação do Ministério da Saúde é deixar
um intervalo de pelo menos 14 dias para qualquer outra nova imunização.



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A
vacinação é uma arma poderosa para combater doenças e fortalecer o organismo.
Isso ficou evidente ainda mais na pandemia. Verifique quais imunizações estão
em atraso e realize as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação,
garantindo assim um organismo mais forte, independentemente da estação do ano
”, finaliza.



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