Prefeito:
Roberto Daniel Campos de Almeida Vice-Prefeito: Rubem de
JesusFundação:
1955 Área : 288.1 Km2
População : 24.400 habitantes Densidade
Demográfica: 71,48 hab/Km² Distância da
Capital : 116 Km (DER-RJ 2000) Aniversário da cidade:
25 de outubro Duração do Percurso : 2:00 h
DDD : 24 CEP : 26900-000 Corrente
Elétrica : 110V e 220V Altitude : 618 m (IBGE
1999) Clima : Tropical de Altitude, com verões bem
quentes e relativamente úmidos e invernos rigorosos porém secos,
havendo equilíbrio entre essas características nas épocas
de primavera e outono. O município é considerado como sendo o 3º
melhor clima do mundo pela Organização Mundial de Climatologia.
Principais atividades econômicas : Agricultura, Turismo
e Comércio. Localizado
no flanco mais interno da Serra do Tinguá, uma vertente bastante conhecida
da Serra do Mar e espreguiçando – se pelo Vale do rio Santana, Miguel
Pereira é ainda um Município bastante jovem, porém desfruta
de um prestígio invulgar no Estado do Rio de Janeiro. De fato, crescendo
de maneira modesta ao lado de antigas e famosas freguesias, como Vassouras e Paty
do Alferes, Miguel Pereira não usufruiu da benesses sócio-econômicas
proporcionadas pela época cafeeira que tanto enriqueceu o Vale do Paraíba,
mas fez de suas belezas naturais e de seu clima privilegiado o mote de seu crescimento
social e urbano nas primeiras décadas do século XX. Em finais do
século anterior, entretanto, o advento da Estrada de Ferro pelas montanhas
já carreara enorme carga de progresso tanto para Miguel Pereira quanto
para Governador Portela e seus satélites, possibilitando a chegada de imigrantes
de variados matizes e comerciantes das mais variadas tendências mercantis,
cujas atividades determinaram, em pouco tempo um significativo fomento arquitetônico
e demográfico para o território assentado entre as colinas da Serra
do Couto, esta o braço mais urbanizado dentro das serranias do Tinguá.
As atividades turísticas, a ampla divulgação levada a efeito
no Rio de Janeiro pelo Professor Miguel Pereira, as excelências do clima,
a fertilidade do solo, as riquezas trazidas pela ferrovia e, principalmente a
instalação de diversas colônias de férias e alentados
cassinos pelos vários hotéis da cidade constituíram fatores
de extrema relevância para a prosperidade de toda a área serrana,
levando Miguel Pereira e Governador Portela a um estágio econômico
e a um crescimento demográfico de tal ordem que sua emancipação
em 1955, veio se impor de forma quase natural de tão necessária.
Por outro lado, a desativação da ferrovia, em meados dos anos setenta,
trouxe apenas consideráveis prejuízos financeiros para toda nossa
região como, em especial, imensos problemas sociais para o Município,
mas baseado na fibra que tanto caracteriza o homem da roça e da serra,
o povo miguelense voltou-se para atividades comerciais e turísticas mais
específicas e diferenciadas, tentando, pela força do trabalho e
pelo típico otimismo do brasileiro, manter bem vivo este cantinho luminoso
e pacífico onde viver ainda é um processo extremamente prazeroso.
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